03 dezembro 2010

Bispo Renato Cardoso: Sentindo Vontade Ou Não


Sentindo vontade ou não...

...não olharei para as circunstâncias;
...farei o que for necessário para agradar a Deus;
...deixarei de lado os pensamentos negativos;
...usarei uma fé racional;
...manterei minha fé firmada nas promessas do meu Deus.

23 agosto 2010

Débora: força

Débora era uma mulher de uma força admirável, ela era profetisa, juíza e esposa, sua vida deveria ser uma correria.

Ela cuidava de seu marido e sua casa, liderava e aconselhava o povo de Deus e ainda foi para a guerra. Isto que é uma mulher valente!
Alem disso ela entoou também um cântico a Deus em agradecimento pela vitoria que o Senhor lhe concedeu sobre seus inimigos.

Por seu empenho e dedicação ela foi nomeada, “mãe de Israel”, titulo bem merecido, você não acha?

Ou seja ela era mãe espiritual do povo, pois sua fe e coragem contaminavam e motivavam as pessoas.
Nos dias atuais não é diferente, a mulher tem que se desdobrar em duas para cumprir com todas as suas obrigações.

Casa, marido, filhos, trabalho, escola, igreja, oh são tantas coisas que parece não poder dar conta de tudo.

Levantar cedo, se arrumar, dar café para o esposo e sai correndo para o trabalho ou escola, depois de um longo dia, sai do trabalho e vai correndo para não chegar atrasada na reunião da igreja.

Volta para casa, prepara o jantar, dar atenção aos filhos, preparar tudo para o dia seguinte, quando termina não vê a hora de sentar um pouco no sofá e colocar as pernas para o alto; mas todavia lhe falta, tem que cuidar um pouco de si mesma; parece uma maratona.
Não te desesperes, acabas de descobrir que es uma super-mulher.
Mas assim como Débora era capaz de realizar tantos trabalhos, nós também podemos.

Basta saber organizar nosso tempo e depender de Deus em todas as situações.
Se coloque a disposição de Deus, Ele lhe dará condição de você fazer varias coisas ou será que você quer desistir, abandonar tudo e impedir que o propósito de Deus se realize em sua vida?

Peça a Deus que faça de você uma guerreira, seja na linha de frente do seu lar, ou no serviço a obra de Deus.
Se disponibilize, e Deus fará o resto.
Se é difícil ter muita coisa para fazer, pior é não ter nada.

Publicada por Tania Rubim

06 agosto 2010

A origem da saia

Desde o princípio da história, a saia vem sendo usada pela humanidade devido ao seu modelo simples e, sua grande utilidade. Tudo nela é variável, desde o comprimento ao material utilizado na sua confecção, dos adornos utilizados em sua decoração até sua forma. No século XI que, em contato com a cultura oriental através (principalmente) das cruzadas, as roupas mudaram de maneira mais relevante. Além de trazerem para casa tecidos orientas, os quais eram muito mais refinados, os cruzados também trouxeram novos cortes, peças de roupa e “tecnologias”, como o botão. Se deparando com tantas novidades e histórias maravilhosas, as mulheres ocidentais começaram a mudar seu visual. As roupas se tornaram, paulatinamente, mais ajustadas no busto graças ao abotoamento lateral, as mangas se tornaram amplas no punho e muito compridas.

A prosperidade de da década de 1850 foi marcada pelo aumento exagerado das saias, que na primeira metade de década era obtido pelo uso de mais e mais anáguas, mas na segunda elas foram substituídas pela creolina de armação. Esta fabulosa invenção consistia de uma saia com vários arames costurados, os quais davam a forma desejada à saia superior.
O suave balançar da saia produzido pelo andar da dama graciosidade.

Na década de 1920, após passar por uma guerra, as mulheres queriam estar na moda sem ter seus movimentos tão privados pelas roupas. Foi neste contexto que surgiu Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, a qual pregava a funcionalidade das roupas acima de tudo. Por isto, nesta década, as saias encurtaram de maneira nunca vista antes nas mulheres e o modelo mais utilizado era o reto. As calças também começara a serem usadas pelo sexo feminino aqui, porém de maneira que ainda não punha a soberania as saias em perigo. Após a crise de 1929, um desejo crescente de glamour e ostentação se instalou no subconsciente coletivo. O resultado disto foi uma moda cheia de cetim, veludo, jóias, peles e chapéus maravilhosos na década de 1930. As saias nesta época eram amplas e suntuosas ou no modelo lápis, mas todas compridas. Havia este consenso de romantismo no ar, mas rompe a Segunda Grande Guerra e impede este plano.

Os anos 50 chegaram ao fim com uma geração de jovens, filhos do chamado "baby boom", que vivia no auge da prosperidade financeira, em um clima de euforia consumista gerada nos anos do pós-guerra nos EUA. A nova década que começava já prometia grandes mudanças no comportamento, iniciada com o sucesso do rock and roll e o rebolado frenético de Elvis Presley, seu maior símbolo.

As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.

A transformação da moda iria ser radical. Era o fim da moda única, que passou a ter várias propostas e a forma de se vestir se tornava cada vez mais ligada ao comportamento. As empresas criaram produtos específicos para os jovens, que, pela primeira vez, tiveram sua própria moda, não mais derivada dos mais velhos. Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.

O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas. O tradicionalismo, antes instaurado pela antiga sociedade do pós-guerra, converte-se numa crescente modernidade nesse período. Dessa forma, a juventude passa a fazer parte de uma relativa massificação, mas não sem buscar sua própria identidade.

Ora, a indústria do jeans passava a crescer. Nesse sentido, a juventude se via massificada mesmo, num primeiro momento. Todos usariam um mesmo estilo de roupa. Porém, é justamente através dessa massificação que se realizará a principal mudança destes jovens. Assim, é a partir desse momento de massificação que o ideário rebelde passa a ser construído. A busca é pela identidade que se pode criar através dessa massificação. A moda começa a ser construída, nesse ponto, como representação individual do jovem rebelde.


Porque o uso da saia, ao participar do Sisterhood?

Não somos proibidas de usar calças…. Mas, a importância de usar uma saia, de estarmos arrumadas, tem o seu significado. Por exemplo: Muitas vezes encontramos pessoas que fazem o tipo esportiva, adoram um tênis, uma calça jeans (pois é confortável), ela se acostuma a vestir-se assim por se sentir a vontade. Outro exemplo: Quando usamos um sapato baixo ou tênis, o nosso andar é diferente (relaxado), mas, quando usamos um sapato alto, a preocupação já é mais (desconfortado), mas é importante... porque temos um andar feminino, os nossos pés se tornam mais gracioso, aliamos a nossa postura, nos sentimos mais seguras.

É a mesma coisa com respeito a saias e vestidos. Você já prestou atenção, que as mulheres que trabalham em lugares onde se exija a formalidade prioriza-se o uso de roupas femininas sociais? Pois é, as saias e vestidos é uma ótima opção na hora de se vestir socialmente, pois são peças fina e de boa presença, trazendo “seriedade” e “
“decência” a qualquer lugar onde a mulher vá usando este tipo de roupa.

Tanto é que a roupa social é a usada por advogadas, executivas, em órgãos mais sérios como fórum, e é claro, usada também por mulheres de Deus.

Não que seja ruim usar calça... mas a mulher deve apreciar algo que só ela pode usar... homem nenhum pode... além de ser muito mais discreto e elegante....

Quando vamos assistir uma reunião na igreja, a forma que você se veste pra ir, é a forma que você se apresenta pra Deus. Se você vai com uma roupa confortável tipo calça jeans, moletom, tênis e etc, é o relaxo que você está apresentando diante de Deus... agora quando você vai arrumada com uma saia ou vestido e um sapato mais alto, muitas das vezes, no início do uso, se você não está acostumada, é claro que será um sacrifício. Mas, você se sente bonita e segura de si mesma, você anda alinhada e feminina, oferecendo o seu melhor pra Deus.

Se você quer ser Deus e diferente, isso tem que estar visível através da forma que você se apresenta. Isso é um detalhe que faz a diferença.

Graciele Santos